A bifurcação não era nova, mas naquele dia parecia exigir uma resposta imediata. A pessoa comparou vantagens, imaginou arrependimentos e tentou transformar a dúvida num problema que pudesse vencer pela força.
Sentada, começou por ouvir. Um lado tinha mais movimento; o outro parecia menos conhecido. Nenhum som trazia uma garantia. A diferença foi que, sem a pressão de decidir já, o corpo deixou de estar ocupado a defender cada possibilidade.
Levantou-se ainda com alguma incerteza. Levou-a consigo sem a confundir com incapacidade.
Uma pausa não retira a escolha; pode devolvê-la.
Adaptação editorial Restore · sem atribuição histórica.
Para refletir
Que escolha poderia ficar mais clara se lhe desses alguns minutos sem pressão?
Levar para a vida.
Leva esta pergunta contigo. Escolhe uma situação concreta do teu dia em que possas voltar a ela, sem exigir uma resposta imediata.
Guardado apenas neste dispositivo, sem registar a tua resposta.
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